quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Jogo Democrático

O povo gaúcho fez sua escolha no último domingo. Democraticamente escolheu novamente uma proposta de governo que já havia experimentado um tempo atrás. A opção vencedora, acredito, não é a que vai garantir a qualidade em gestão que o Estado alcançou. 
Neste governo foram alcançadas importantes conquistas que ultrapassam as questões partidárias e devem ser observadas como ações de Estado. O Deficit Zero, ou seja, o equilíbrio das contas públicas, onde o Estado só gasta o que tem, proporcionou que o Rio Grande se transforma-se em um verdadeiro canteiro de obras, com estradas sendo asfaltadas, atendendo demandas de décadas das comunidades do interior. Permitiu também a realização de mais de duas mil obras em escolas, desde a simples reforma de um banheiro ou refeitório, até a reconstrução de prédios inteiros, que não recebiam nenhuma manutenção havia dezenas de anos, ou ainda, a construção de novas escolas onde a demanda populacional essim exigia.
Mas, a democracia é assim mesmo, e quem a defende como nós do PSDB, respeitamos o resultado das urnas. Nos próximos 4 anos estaremos do outro lado do balcão, fazendo oposição ao governo que começará em 01/01/11. Oposição ao governo e não ao Estado do Rio Grande do Sul.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

A escolha correta

Vereadores passeando com diárias que nós pagamos! Muitas pessoas afirmam que os políticos não prestam. Pode servir para alguns, mas é bom lembrarmos que político é gente, assim como em outras profissões, existem os bons e os maus exemplos. O problema é que na política, a impunidade garante a safadeza.
Quando um médico “vende” um atestado, é correto afirmar que a medicina não presta?
Uma notícia mentirosa, ou tendenciosa, é suficiente para acabar com a credibilidade do jornalismo?
É claro que a resposta a estas questões é um não. Os desvios de comportamento de alguns não podem servir para rotular todos os profissionais da mesma área de atuação. O perfil de tramposo, mau-caráter ou corrupto não é definido pela profissão ou pelo cargo público que a pessoa exerce, mas pelo seu próprio caráter. E este seu comportamento aparecerá em qualquer outra situação, seja no trânsito, na sua relação familiar e com seus amigos.
A política, ao contrário de outras atividades, nos dá a formidável chance de escolha. Nenhum político chega lá sozinho, ele precisa do nosso voto para se eleger. Somos nós que, melhorando a qualidade da nossa escolha, vamos melhorar a qualidade da política.
Não há fórmula mágica, temos que insistentemente tentar acertar na escolha. Somente quando soubermos exercer na plenitude o direito de escolha é que poderemos deixar de falar mal da política.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

O outro lado do balcão

O Tribunal Regional Eleitoral negou o registro da candidatura da deputada Maria do Rosário devido à rejeição das suas contas da campanha de 2008, quando ela foi candidata a prefeita de Porto Alegre. A deputada ficou com uma dívida astronômica de quase R$ 900.000,00.
A candidata alega que seu partido, o PT, teria assumido a responsabilidade por esta dívida. Não foi o que entendeu o Tribunal.
É fato que existem políticos que, na ânsia de se mostrarem para o eleitorado como guardiãos da ética, agem com uma ferocidade leonina contra àqueles que se encontrarem numa situação semelhante a da deputada. Esta atitude é catalizada quando os guardiões ainda encontram-se na oposição.
Basta que estes políticos passem para o outro lado do balcão, deixando a condição de pedra para se tornarem vitrine, e tudo passa a ser relativizado, principalmente quando fatos que seriam gravíssimos se protagonizados pelos outros, passam a ter como personagem principal eles próprios.
A deputada acusa o Tribunal de estar atentando contra uma história de luta pela democracia. Nestas horas este é um argumento extremamente apelativo. Então, quando outros incorrem nos mesmos erros, porque não lhes é concedido o direito de escudarem-se na democracia?
Me parece que, democracia, é exatamente o que está ocorrendo, quando o Judiciário exerce na plenitude sua prerrogativa de aplicar a lei.
De certa forma, fatos como este servem para nos ensinar que, bons ou maus políticos existem em todos os partidos. Também entre entre aqueles que se diziam os guardiões da ética.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Tarso admite o sucesso da gestão de Yeda

Hoje, no debate na Federasul, o candidato do PT atribuiu ao ex-Governador Rigoto o mérito pela reestruturação da dívida pública do Estado. Ora, até bem pouco tempo, eles duvidavam que o a Governadora Yeda tivesse realizado a proeza de organizar as finanças do Estado. Chegaram a inventar mentiras sobre o deficit zero.
Agora, quando finalmente perceberam o óbvio, de que o Rio Grande do Sul recuperou o crédito e a capacidade de investimento, mudam de estratégia querendo negar que foi o trabalho de gestão implantando pela Governadora Yeda que possibilitou esta recuperação.

domingo, 18 de julho de 2010

Pitacos eleitorais

Na campanha para o Governo do Estado enquanto a Governadora Yeda mostra realizações e bons resultados, Tarso só fala no Lula e cita programas dos Ministérios por onde passou.
A Governadora tem razão quando diz que na campanha serão comparados os governos. A retórica do PT tenta mudar o foco do Estado para o País. As realizações do PSDB nestes quase 4 anos são inegáveis e perfeitamente sustentáveis quando camparadas aos governos anteriores.
É claro que todos tem realizações para apresentar, cada um a seu modo. Mas ninguém poderá negar o fato de que hoje o Estado está com as finanças em ordem, a casa está organizada, os pagamentos em dia, a prova disso está no aumento do número de fornecedores, de cerca de 1300 para mais de 11000, isto porque hoje há a certeza de contratar com o Estado e receber em dia. Simultaneamente, mais fornecedores significou redução nos preços. Ganhamos todos.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Tragédia anunciada

O Brasil todo está acompanhando a história de horror em que se envolveu o goleiro Bruno, do Flamengo. Todos comentam que ele jogou fora a sua carreira. Ele já é um vitorioso no competitivo mundo da bola, afinal o cara era goleiro do Flamengo. Não morro de amores pelo Mengo, mas reconheço que um jogador que veste aquela camisa deve sentir-se orgulhoso e entender a importância do que alcançou. Pois parece que ai está o que faltou ao Bruno, entender onde estava e o que ele representava no circo do futebol.
Ele não é o primeiro atleta de sucesso oriundo da periferia, e nem será o último, a envolver-se em escândalos ou atos criminosos. O que ele, pretensamente, fez não aconteceu somente porque sua origem era a pobreza mas porque em sua cabeça insana algo lhe dizia que o sucesso tudo lhe permitiria. Ter as mulheres que desejasse, dispor delas, maltratá-las e descartá-las, contando com a impunidade que a fama e fortuna lhe garantiriam. Foi longe longe demais em sua insanidade. Usar e humilhar seu semelhante já é uma atitude condenável, matar, então, está fora de questão.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Agora vai

Buenas, estamos fora da copa. VAI COMEÇAR O ANO. Veja bem, janeiro e fevereiro foram as férias, depois veio o carnaval e em seguida a copa do mundo e já estamos em julho. Agora nossas atenções vão para a vida real, isto se as eleições deixarem. É isso ai, ainda temos que nos preocupar com as eleições. Mas esta é uma preocupação que devemos ter, afinal, ao contrário da futebol, a política tem a possibilidade de mexer com as nossas vidas. Se escolhermos errado, quem vai pagar a conta seremos nós mesmos.